Meu coração oscila entre a incerteza e a insegurança, a dúvida e a saudade... Foi quando ouvi uma música de que não gosto que nasceu esse sentimento de nostalgia. Senti falta do que não aconteceu, do que faz parte da minha vontade e imaginação. E vendo as minhas fotos, me questiono se terei contigo momentos registrados, ou se eles farão parte daquelas ideias que navegam pelo universo sem se concretizar.
Para o inconsiente não há tempo, nem espaço... então os sonhos, aquela miscelânia sem sentido, nada mais é do que os nossos desejos, medos, frustrações... são respostas às nossas perguntas mais profundas... somos nós mesmos... E você aparece nos meus sonhos todas as noites. Com outras formas, com outros rostos, verde, azul, no céu, debaixo da mesa, escondido em algum canto da minha infância, nas ruas que eu ando e naquelas que eu nunca vi. E você às vezes sou eu. E eu, às vezes, sou você.
Tudo então parece não fazer sentido. E eu me questiono se há algum sentido em buscar sentido para tudo. Porque algumas coisas simplesmente são. Sem explicações lógicas ou filosóficas, sem fórmulas matemáticas, sem lei, sem limite... sem começo, sem fim...
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