O encontro foi inusitado. Se conheceram de uma forma inesperada, quase inacreditável.
E o jogo da conquista começou. O frio na barriga, a expectativa, as esperanças de que tudo seria diferente agora. No primeiro encontro, falaram um pouco de si. Ele elogiou a profundidade do olhar dela. E disse que não queria mais sofrer. Ela, que há muito não via uma possibilidade, começou a se encantar. E foi envolvida, e teve saudades, e se surpreendeu, e pensou que finalmente conhecera uma exceção. Ele fez alguns pequenos planos, ela acreditou. E descobriram outras coincidências, como se o universo houvesse conspirado para que aqueles dois seres, de universos tão diferentes, se encontrassem.
Havia um passado. Ela teve medo, ficou insegura. Chegou a cogitar cair fora temendo que o tombo poderia ser grande. Mas resolveu encarar e dar uma chance. E não pensou mais naquele passado tão recente, e ainda tão presente.
E em pouquíssimo tempo, ela sentiu um êxtase físico e espiritual. Sentiu que poderia ser diferente. Os corpos se envolveram, como se tivessem sido criados um para o outro. Todos os carinhos se encaixaram, todos os beijos eram especiais, todo o desejo estremeceu. Riram-se um do outro. Dormiram e acordoram já com um aperto no peito de se separarem. Se falaram longamente por horas. Assuntos vários... Pareceram tão interessantes e interessados.
Mas não houve explicação para que tudo se dissipasse em poucas horas. Nem se sabe em que momento isso aconteceu.
Tudo começou rápido e acabou rápido. Sem palavras, sem discussões, sem explicações. Com um descompromisso que não parecia existir.
Mentira?
Sadismo?
Leviandade?
Medo?
Egoísmo?
À ela, restou aquela sensação de quem tem um sonho que termina mal... Daqueles que se acorda no meio da noite assustada, com o coração disparado.
Quanto a ele, não se sabe se foi o passado que voltou, ou se foi o futuro que assustou.
Aos dois, não se sabe se há mais um par, ou mesmo se um dia chegou a ser...
Fabi
E o jogo da conquista começou. O frio na barriga, a expectativa, as esperanças de que tudo seria diferente agora. No primeiro encontro, falaram um pouco de si. Ele elogiou a profundidade do olhar dela. E disse que não queria mais sofrer. Ela, que há muito não via uma possibilidade, começou a se encantar. E foi envolvida, e teve saudades, e se surpreendeu, e pensou que finalmente conhecera uma exceção. Ele fez alguns pequenos planos, ela acreditou. E descobriram outras coincidências, como se o universo houvesse conspirado para que aqueles dois seres, de universos tão diferentes, se encontrassem.
Havia um passado. Ela teve medo, ficou insegura. Chegou a cogitar cair fora temendo que o tombo poderia ser grande. Mas resolveu encarar e dar uma chance. E não pensou mais naquele passado tão recente, e ainda tão presente.
E em pouquíssimo tempo, ela sentiu um êxtase físico e espiritual. Sentiu que poderia ser diferente. Os corpos se envolveram, como se tivessem sido criados um para o outro. Todos os carinhos se encaixaram, todos os beijos eram especiais, todo o desejo estremeceu. Riram-se um do outro. Dormiram e acordoram já com um aperto no peito de se separarem. Se falaram longamente por horas. Assuntos vários... Pareceram tão interessantes e interessados.
Mas não houve explicação para que tudo se dissipasse em poucas horas. Nem se sabe em que momento isso aconteceu.
Tudo começou rápido e acabou rápido. Sem palavras, sem discussões, sem explicações. Com um descompromisso que não parecia existir.
Mentira?
Sadismo?
Leviandade?
Medo?
Egoísmo?
À ela, restou aquela sensação de quem tem um sonho que termina mal... Daqueles que se acorda no meio da noite assustada, com o coração disparado.
Quanto a ele, não se sabe se foi o passado que voltou, ou se foi o futuro que assustou.
Aos dois, não se sabe se há mais um par, ou mesmo se um dia chegou a ser...
Fabi